segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Desabafos
antigos.                       

                                         O Direito de,
                                                    etç,etç,
Continuação :

                       Claro, há sempre alguém que se abotoa...Pois se nem há medo da pseudo-justiça deste País!O fulano é chamado ao interrogatório perliminar, fazem-lhe um milhão de perguntas  e se o assunto merece condenação aparece logo uma "instituição " chamada  " apelo" que percorrendo dezenas de repartições, quando chega a decisão final já o criminoso foi desta para melhor e nesse entretanto teve para por em lugar inacessível o resultado das suas habilidades.Aliás é assim que funciona a justiça na nossa terra. Cais na alçada da multa, não há forma de escapatória porque se não vais lá deixar os cêntimos, sacam-te parte da mísera reforma  ou pensão. Neste momento, por exemplo, o que passa no nosso País com o imposto de circulação, é absolutamente escandaloso. O sujeito já vendeu o carro há uns anos, mas na informática do fisco a viatura continua em nome do ex-proprietário, e então lá vem o famigerado aviso de multa a pagar o que, na sua falta, vai aumentando gradualmente até de lhe sacarem a paupérrima pensão.Isto em linguagem vernácula é um roubo dos mais escandalosos, para não dizer nojentos.Doa a quem doer, mas o dinheiro tem de aparecer.O estado não vive de salsa no quintal...
   Porém, para coisas de grande  vulto, os patamares do "recurso" são infinitos... E de tantos sabemos nós...  Pois é: hoje não há o "lápis azul " nem a "tesoura", mas as formas de cortar são muito mais duras! Quase não temos o direito de falar, de escrever, de pensar. Então, que é feito da prometida liberdade de imprensa ?!  Sendo assim só há uma solução para podermos  desabafar livremente: - o ataque cerrado às inocentes e indefensáveis paredes das nossa casas com a utilização dos "artísticos grafitis ", e ou,  saltar para a rua aos magotes  e gritar bem alto as suas queixas.
  Fez-se o 25 de Abril e julgávamos que, tal como o pensamento, o desabafar era nossa alternativa.  Mas não. Escandalizados com a libertinagem e sem vergonha que por aí campeia, mal nos lamentamos, saltam-nos em cima meia dúzia fedelhos  ( leiam-se: fedelhas ) que fingindo-se escandalizadas por estarem a ser o fendidas, exigem coartar-nos a palavra...!
Sempre ouvi dizer que a carapuça só serve a quem...

Mas isto ainda dá outra volta. Ora se dá !!!
E não esqueçam, cuidado porque a memória não envelhece...

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