segunda-feira, 25 de agosto de 2014



 ( no caso de quem aspira, normalmente, pelo nariz e a garganta ) , mas ao contrário das anfetaminas e outros estimulantes, também agita o sistema nervoso simpático, elevando a pressão sanguínea, acelerando os ritmos cardíacos  e respiratório  e, em geral , ativando o metabolismo.
    Explicar o mecanismo dos efeitos subjetivos da cocaína  ( a euforia ), tem-se revelado muito mais difícil do que investigar os seus efeitos físicos, mas estudando animais de laboratório, os cientistas encontraram algumas pistas, por exemplo, como poderoso estimulante. Isto demonstra que a droga provoca a obsessão do prazer.
   Uma coisa que impede que os psiquiatras considerem que a cocaína provoca dependência é a aparente ausência de sintomas de privação. Para muitos de nós, privação é aquilo que sente um alcoólico com delírium-tremens ou um viciado em heroína caído numa sargeta a vomitar. Isto não se verifica com os cocainómanos, mas há neles alterações de comportamento ao nível do cérebro e um incontido desejo de receber a droga.
   Os cientistas admitem que haja indivíduos que posam consumir doses de cocaína com pouca frequência sem terem danos físicos evidentes nem se tornarem obcecados pela droga; mas outros argumentam que mesmo que experimentem  só uma ou outra vez, uma pessoa cai no grupo de risco dos viciados. E é esta, sem dúvida, a que merece mais crédito e atenção.
     

 O QUE DE PIOR PODE ACONTECER, É O COMEÇAR…
  Liamba, marijuana, canábis, etç, são como a cocaína e o mais que houver a partir delas, um pulinho para as chamadas drogas duras ou “pesadas”, cujas consequências são algumas das que já referimos.  

  










 







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