segunda-feira, 25 de agosto de 2014




                                                     A      C O C A Í N A

   Ora aí está um tipo de droga em relação à qual, e durante muitos anos, subsistia a convicção de que ela seria pouco perigosa havendo até quem a considerasse inofensiva.
   Era um prazer, de certo modo, que o jet set considerava “ fino “ , isto a partir dos sessenta quando começou a circular que as  “anfetaminas matam “ , e quando começaram a espalhar-se boatos quanto às ilusórias sensações de autoconfiança, energia e rapidez de raciocínio que seriam provocados pela cocaína, uma droga que todos pensavam prov
 começam a apresentar indícios de sérios problemas
Psiquiátricos, inclusive psicose crónica. Muito antes da psicose começa a notar-se um aumento da irritabilidade, da conflituosidade e da desconfiança  - especialmente em relação ao cônjuge, a parentes, amigos e colegas de trabalho.  Em geral  quanto mais cocaína um indivíduo consome, mais acentuados se tornam esses sintomas.
   Para quem consome a droga de vez em quando, a mais aterradora conclusão dos cientistas é que : seja de que forma for, a cocaína pode ser fatal. Não há maneira de saber-se quem é que a cocaína vai matar e quem não vai. Pode ser um toxicómano invet ocar problemas  e que, ao contrário da heroína, não provocava dependência.
  Mesmo assim durante uns largos períodos, os dados clínicos sobre a droga, não ficaram bem esclarecidos. Milhões de pessoas , por isso mesmo , consideravam-na  a droga recreativa perfeita. Foram necessários mais de dez anos para que se principiasse a efectuar experiências e delas dessem os resultados conhecidos. Sabe-
-se agora que a cocaína debilita fisicamente, quer seja aspirada, engolida, injetada ou fumada.
  Os viciados crónicos podem apresentar ulcerações na garganta, inflamação nos seios   nasais , por vezes perfurações nas cartilagens do nariz. A droga pode provocar ataques cardíacos e agravar uma anterior debilidade do coração.   Alguns drogados começam a apresentar indícios de sérios problemas psiquiátricos, inclusive psicose crónica. Muito antes da psicose erado ou alguém QUE  CONSUMA PELA PRIMEIRA VEZ. Alguns morrem após uma pequena dose ; dependendo grau de tolerância. Parece que a centenas de pessoas falta um enzima que decompõe a droga, e são estas as mais atreitas a uma reação mortal a doses ínfimas. A morte também pode acontecer por falha respiratória, às vezes as mortes causadas pela cocaína são difíceis de identificar, porque muitos indivíduos também ingerem álcool, tomam barbitúricos, ou heroína, ou porque os seus organismos podem não apresentar vestígios de cocaína uma vez que ela é rapidamente metabolizada. Apesar disso , as overdoses estão a ser mais frequentes.
   Com base nos novos conhecimentos em bioquímica e neurofisiologia, investigadores investigam pelo menos dois dos efeitos principais ; como é que a cocaína, alcaloide extraído das folhas de um arbusto tropical, pode ao mesmo tempo incapacitar e excitar os neurónios nos sistemas central e simpático. Como a novocaína e outras substância utilizadas   em anestesia local, a cocaína entorpece as partes do corpo com as quais entra em contato

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