sábado, 23 de agosto de 2014



O Metadono, ou Metadona como alguns o referem, é um composto sintético descoberto na Alemanha antes da segunda guerra mundial e, servindo apenas para atenuar certas dores, não teve grande expansão na Europa. No entanto foi descoberto que uma certa quantidade de Metadono substitui a droga e não causa habituação  e o desejo sempre crescente da segunda, e assim alguns cientistas decidiram usa-las  em viciados.  Produz ligeiros sintomas torácicos parecidos com as da constipação mas não revelam mais nenhumas desordens clínicas e podem libertar o doente do pesadelo da heroína abrindo-lhe portanto, o caminho da recuperação.
  Assim, parece, que a aplicação do Metadono é meio caminho para a recuperação sendo que O MAIS IMPORTANTE É A PRÓPRIA FORÇA DE VONTADE  DO INDIVIDUO.
Para essa  recuperação existem inúmeros estudos com imensos médicos empenhados na solução. Mas cada dia que passa se convencem : de que há indivíduos que são física e mentalmente predispostos para se tornarem viciados.
  Tal como os diabéticos, também deve ser dada a estes doentes medicamentos que nesse caso o Metadono, e pode ser meia solução.

                                                        

                                                       O      I N I C I O

 O começo das drogas pode acontecer de várias maneiras como já se referiu,  mas habitualmente é através da inocência dos mais novos  que O MONTRO inicia a sua caminhada fatal.
 A provocação na escola pela “lebre” ao mais miúdo  de que  « não tem vergonha de querer ser homem e ainda não fumar ! »  A resposta deste em aceitar um cigarro inofensivo (?), para além do mal do próprio tabaco, e depois a continuação com cigarros já “ marados “. A seguir é a vulgar e “inofensiva passa “ , um pulinho para a marijuana que provoca no viciado vontades de muito falar com ímpetos de gabarolice, etç,.
  Os viciados pela heroína não falam tanto embora sejam os piores.
   Com os olhos sempre a querer fechar-se, ares abstratos mas que por vezes dão por tudo com muito mais atenção que  qualquer outro, dos  que usam a  “relva “ ou    “erva”, como por cá se diz.
  E muito mais haverá a dizer sobre o nojento mundo da droga, um pesadelo pior que a lepra ou o cancro e que o homem parece não ser capaz eliminar, tal como o terrorismo, ou não querer… porque serve os seus intentos, sejam quais forem, usando para isso, qualquer via, qualquer meio. 

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