quinta-feira, 21 de agosto de 2014

  Ainda, para já não falar dos que se tornam ladrões para conseguirem o que pretendem, isto é, a quisição da droga. Raros são os toxicodependentes que referem um trabalho regular e honesto. Aqueles que já um dia o tiveram, perderam-no escorraçados, por causa do horrível vício. A sociedade não se compadece. Não é uma doença, é um nojo, é a degradação máxima.Mas a sociedade em geral ainda pode tomar a atitude de se alhear desses párias que os rodeiam, mas...e a família, aquela com que diretamente convivem ? O tormentos quue passam con a sua existência permanente  a seu lado, tormentos que se traduzem no enorme  desgosto de verem dia a dia os seus descendentes mais queridos, que desde o seu nascimento criaram com todo o amor, esperançados num futuro digno e brilhante, os filhos resvalarem momento a momento na mais abjeta existência ?  Incapazes  de comaterem tal flagelo vivem o pesadelo de os verem caminhar para um fim inexorável independentemente de sofrerem as consequências do comportamento que os impele a actos criminosos no seio da própria família a quem tudo furtam para poderem conseguir os meios para a obtensão de mais uma dose, e quando não conseguem chegam a agredir, e até a matar, aqueles que lhe deram a existência.  Os próprios  "fornecedores"impelem os consumidores à prática do crime nem que seja contra a própria família, para que consigam os meios para lhes   fornecerem a  droga.   Chegam a a liciar  para  que se   transformem  em    seus  
"representantes ". Hoje em dia a maioria dos grandes escolhem para agentes individuos que têm atrás de si uma boa folha de serviços como ladrões. É uma coisa que aumenta o poder de competição e os tipos gostam do emprego porque lhes vai bem com o feitio e lhes dá bons proventos . Aliás quase todos esses ladrões, como se disse, começaram a roubar em casa a própria família, primeiro porque não querendo trabalhar de algum modo , exigiam andar com dinheiro para os seus gastos, ou mais tarde, o que geralmmente acaba por acontecer, para a satisfação do próprio vício. E se não tiveram escrupulos em roubar e burlar o seu próprio sangue, menos pejo têm noutros meios para alcançar o seu fim. Esses são os mais nojentos.
    O "corte" com estricnina, para os que já sabem muito, é o processo mais eficaz para fazer crescer a quantidade do produto em venda . A aparência é a mesma da heroína e o individuo toma-a sem qualquer desconfiança.
   Tanbém nos hospitais, e desde sempre,  existe uma boas oportunidades de início e continuidade do vício- O paciente que começa por tomar estupefacientes para lhe acalmar as dores, algumas vezes perfeitamente suportàveis, e por isso a pedirem constantemente o tal paliativo e depois habituarem-se, ou então aqueles para quem um hospital é uma boa fonte de aquisição bastando apenas uma certa habilidade para lá entrar e roubar.Claro que no primeiro caso só conseguem mediante alguma ingenuidade de alguns responsaveis.
   E algumas vezes erradamente e na busca do combate ao vício,sobram resultados contraproducentes,como caso de certo médico que seguindo a teoriade que o hidrocloreto de Metadona, em grandes quantidades, elimina io desejo de heroína.De facto em muitos casos os drogados recusam a droga quando lhas oferecem estando sob o efeito do medicamento.




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